Belém, Belém ah Belém..toda vez que eu viajar é sinal que estou aqui..coisa mais linda meu Deus! Te amamos Belém do Pará 🇧🇷 ❤️ Hj vivemos eu e mamãe em 🇵🇹 Precisamos deixar nossa Belém por um tempinho assim cremos...minha mãe quando está calada , muitas vezes a vejo 😭 daí pergunto a ela ..o que houve mãe? Ela responde com voz embasada..nada filho , só sdd do barulho das pessoas, das mangas que caem e as juntamos mais que depressa, do vendedor de tapioca e pupunha, do açaí vendido o ano todo , de dizer lá vem ela e a 🌨️ vir sim senhor ..ah BelémPará nós te amaremos pra sempre!💓
Cresci, na minha mágica vila de Cuiarana, no litoral do Pará, ouvindo essas músicas. Elas se fixaram no meu coração e na minha mente de uma forma que, somente quando comecei a andar meio mundo, é que consegui entender seus reais significados... Dessas músicas, brotaram-me livros e poemas e, hoje, posso me dizer abençoado por ter a amizade desse singular poeta, que declama as coisas amazônicas de forma única! Felizes daqueles que conseguem sentir e entender o que Nilson Chaves [en]canta!
Nilson Chaves é um ícone da cultura paraense e uma estrela de primeira grandeza...sua voz e seu canto agrada qualquer um que curte música de qualidade e bom gosto. Aqui na minha cidade(salinas)existe um barzinho em frente à um hotel que eu adorava escutar Nilson é curtindo a vista da praia....pura nostalgia...salve a nossa cultura...salve a Amazônia..."salve Nilson Açai tacacá vatapá cirio Chaves"
Nilson chaves um talento especial. Mas o paraense não dá valor.eu simplesmente quando ouço as música dele.bate uma saudade imensa, do meu Brasil e do meu Pará.
Sou cearense e gosto de MPB, e da música nordestina raiz, no entanto, na MPB, o "B" de brasileira não inclui artistas que não fizeram carreira no eixo Rio São Paulo. Se Fagner, Belquior e outros cearenses, tivessem ficado no Ceará, com o mesmo talento, sem sombra de dúvida teriam sofrido o mesmo preconceito que sofreu Nilson Chaves, que pra mim é um dos maiores. Compositor sensível e amante de sua terra e sua gente. Em suas composições Letra e música casam perfeitamente. Ganhei um CD de Nilson Chaves de um amigo que morou no Pará. Assim que comecei ouvir, fiquei maravilhado. É um deleite ouví-lo.
O hino do caboclo da Amazônia: Amazônia. A música que mais me emociona em toda voz cantada. Essa música deve ser considerada um patrimônio imortal da música.
Sou uma sulista que teve o privilégio de assistir um show de Nilson Chaves em Santana- Macapá. Simplesmente admirável, maravilhoso, tudo de bom e muito mais. Se você tiver a mesma oportunidade não a perca! E será privilegiado (a) também.
Nilson chaves graça a Deus não precisa de reconhecimento de ninguém, seu trabalho musical lhe faz importantíssimo no quadro musical amazônico. Eo nosso rouxinol . Já tem seu trabalho reconhecido e admirado por muitos . Nosso grande compositor e especial o poeta da Amazônia. Que suas vastasja canções lindas que retrata o cotidiano de uma região tão grande como esse país chamado Amazônia. Super fã desse cara.❤
Esse é mais um de nossos poetas brasileiros! Nao sou do Pará, curto muito essas musicas de Nilson Chaves, são muito boas!!! músicas 00:00:00 Longe perto 00:03:10 Amazônia 00:07:52 Tempo Destino 00:11:41 Toca Tocantins 00:16:24 Destino Marajoara 00:21:02 Um bicho nas ruas 00:24:30 Não peguei o Ita 00:28:30 Olhando Belém 00:32:46 Coração sonhador 00:37:41 Amocariu 00:41:36 Não vou sair 00:45:40 Lua cheia 00:50:07 Vagalume 00:54:10 Alma menina 00:58:58 Olho de boto 01:02:22 Sabor açaí 01:07:16 Flor do destino
Nilson Chaves não é só compositor de uma música cotidiana é um poeta que canta de forma linda e inspirada as belezas e impressões que teve e tem de sua terra. A crítica é só um detalhe bobo, esse rótulo, quem liga para isso quando esta ouvindo Tempo Destino, Tun Ta Ta entre outras que seria uma lista extensa. Nunca vi um poeta cantar assim. Quem não conhece a Amazônia quer conhecer, quer tomar o açaí , quer tomar o tacaca. Músicas lindas que muita gente reconhece sim como um dos maiores cantores que já existiram no Brasil.
Que obra linda! Não importa se o Sul ignora Nilson. O artista obra para si mesmo e para o Universo. Reconhecimento e sucesso é coisa dos homens. Não é dos artistas. Ass: um carioca que teve a oportunidade de morar em Belém, quando conheceu o lindo trabalho de Nilson Chaves.
Nostalgia época boa quando a nossa capital (Belém) possuía bons barzinho ao som de voz e violão hoje infelizmente são raros encontra-los esses lugares para se bater um bom papo e ouvir canções MPP ou MPB. Época de Bar Copa 70, Habitat e Spazio Verdi. ano esse de 1992. surgimento de Nilson Chaves, Vital Farias, Simone Almeida e a Gastíssima Lucinha Basto.
Meu filho, Victor Johnata ( 7 anos), disse: " Nilson chaves eu gosto de todas as músicas que você canta, principalmente a música Olho de Boto, pois é uma canção belíssima! Um abraço e muita saúde para você e espero conhecê-lo pessoalmente para cantar e me ensinar a tocar a música Olho de Boto em 2019. Até lá".
Ouvir Nilson Chaves , é uma emoção muito grande, tanto pela voz ímpar, quanto pelas belíssimas composições, alma da Amazônia. E ainda nos presenteia, com pérolas de canções que cantam o amor em prosa e verso....é orgulho de todos nós!
Um dia desses eu estava organizando as minhas pastas de música (se é que hoje alguém ainda faz isso.. com Spotify e tantos outros aplicativos de música pra isso) de acordo com artistas e gêneros.. e percebi que as faixas do Nilson Chaves estavam em "MPP".. junto com Pedrinho Cavaléro, Paulo André Barata, Vital Lima e outros! Daí pensei: mas isso aqui também é música popular brasileira..! Por que não vejo a mídia se referindo a nenhum desses nomes dentro da MPB? Por que Nilson Chaves.. com todo esse conjunto de voz, sentimento, identidade, poesia, talento e anos de carreira.. não conseguiu "pegar o mesmo barco" que os "Novos Baianos", como você disse? É o tipo de coisa que alimenta um lado negativo (talvez) daquela nossa velha conhecida frase: "Um país que se chama Pará"..! Nesse caso.. o Pará carrega o nome da Amazônia consigo! E assim.. permanecemos distantes do Brasil que é mais "na moda", digamos assim!
fui abençoado em conhecer um dos maiores artistas da mpb ...me sinto honrado em busca-lo no hotel e lhe apresentar um pouco de nossa fazenda iluminada que se chama campinas ... obrigado nilson por tanto amor e poesia ...amo artistas que cantam sua terra com tanto poder e distinção !!!
Pra mim, Nilson Chaves é muito mais que Caetano e sua "turma", pois Nilson Chaves não "APELA" pra ficar na mídia! Sou cearense e posso falar sem compromisso.
Verdadeira música paraense!! Nilson Chaves é a verdadeira Cultura paraense. Infelizmente, hoje, vemos um lixo, sendo representado como cultura do Pará...que pena.
Belém, é um porto situado na embocadura do Amazonas e, é um ponto de encontro entre três antigas cultura. Os colonizadores mediterrâneos dos séculos XVI e XVII misturaram-se, aqui neste promontório , com os trabalhadores da África Ocidental e com os povos originários amerídios que sempre habitaram essa Floresta. A persistência desses três elementos culturais, em nenhuma parte é mais clara do que no caboclo ribeirinho ou na sua medicina ancestral. Os colonos (camponeses) brasileiros não são nem europeus, nem índios tribais, nem africanos, mas constituem uma entidade cultural nova, no seio da qual vestígios do xamanismo e das farmacopeias vegetais aborígenes, das sobrevivências modificadas das religiões espiritas negro-africanas (talvez principalmente ioruba) e dos farrapos de cristianismo, de magia e de folclore medievais são ainda identificáveis na vida quotidiana e nas crenças comuns dos ribeirinhos. A adoção de um ponto de vista histórico ajuda compreender as resultantes complexas de suas contribuições culturais ainda que suas variações desafiem, a análise e a classificação. Foi por isso que o NATURALISTA WALLACE comparou a bucólica Belém, e o seu modo de vida cabocla, ainda não regida em seu cotidiano pelos valores da sociedade de consumo, com as Cidades inglesas nas quais a miséria das massas e o individualismo exacerbado do puritanismo numa nascente sociedade industrial, produzia a violência. “Nada me impressionou tanto aqui, como a calma e o espírito ordeiro da cidade e dos seus arredores. Não se vê ninguém carregando facas ou outras armas. Há menos conflitos, brigas ou mesmo casos de embriaguez, nas ruas tanto de dia como de noite, do que em qualquer cidade da Inglaterra de igual população. E quando nos lembramos de que a população paraense é constituída, na sua maior parte, de gente ineducada, que se compõe de escravos, de índios, de brasileiros, de portugueses e de estrangeiros, e como o álcool é vendido em todos os cantos, a dois pences o quartilho, só isso diz tudo do bom natural e das disposições pacíficas da província” (WALLACE p. 84). Hoje, Belém já experimenta as violentas dores do parto da gestação de uma metrópole consumista, imersa no CAOS urbano de violência produzida pelo individualismo puritano, a vida cabocla já não tem espaços aqui, nem mesmo o Açaí restou-nos como complemento das refeições. A gênese das cidades na Amazônia está relacionada ao contexto da defesa territorial pela ação geopolítica do Estado português. A própria fundação da cidade de Belém está diretamente relacionada a esse processo de conquista do território amazônico. Para Corrêa (1987), considerando o papel que Belém passaria a desempenhar na dinâmica regional, sua localização deveria ser de caráter defensivo, o que justifica, em grande parte, seu sítio inicial em área plana, situada entre 8m e 10m acima da Baía de Guajará. Segundo esse autor, Belém se originou em um (…) promontório cujos limites escarpados descem sobre o rio Guamá, a baía de Guajará e uma pequena enseada. Separando o promontório do conjunto da superfície de terraços achava-se a baixada alagadiça do Piri, hoje saneada e incorporada ao espaço urbano (CORRÊA, 1987, p. 44). Além desse caráter defensivo, de domínio territorial e de apropriação e expropriação das riquezas das cidades amazônicas do início da colonização, Vicentini (2004) destaca ainda sua vinculação como construção idealizada da cristandade, como tarefa missionária junto aos nativos, às cidades jesuíticas e às cidades coloniais barrocas. As imigrações portuguesas e espanholas que estouraram no continente americano outrora aberto, trouxeram da Europa uma população que tinha sido mergulhada no conflito secular entre o catolicismo e as velhas religiões pré-cristãs, conflito que só foi ultrapassado com os esforços da Inquisição e de outras instituições análogas. Partes integrantes do culto, o ritual, a musica, a salmodia e o canto, os círios e a oração, a veneração de uma coletânea ícones, dotados de poderes de curas e de consultas não tardaram a se entreformar no Brasil como uma contribuição do oeste africano que não era tão diferente: panteão de deuses benévolos ou não e de poderes protetores, tambor e salmodia, ritos e métodos de cura. Quanto aos habitante originários ameríndios, eles contribuíram com uma etnobotânica rica, como se constata pelos nomes que permaneceram em muitas substâncias em uso na farmácia. As combinações sincréticas dessas três culturas, no decorrer dos séculos, engendraram cultos e sistemas medicinais, de certa importância com um tesouro de folclore e de símbolos. As populações ribeirinhas (cablocas) do rio e da floresta ignoram a existência de centros medicinais nas metrópoles distantes, mais seus curandeiros invocam uma multiplicidade de sistemas e de esquemas de tratamentos que se entrecruzam. Seus médicos declaram ter recebidos uma formação em regra e serem herdeiros de um corpo de saber. Eles se referem a mestres históricos, procedem com segurança profissional e afirmam obter resultados. Diversos aspectos de suas crenças e de suas práticas deixam-se reconhecer em todo o perímetro, englobando as Caraíbas e a América Tropical, já descritas manifestações similares da arte medicinal na Ilhas de Santa Helena, e nos sistemas de crenças análogas no Haití.
Belém, Belém ah Belém..toda vez que eu viajar é sinal que estou aqui..coisa mais linda meu Deus! Te amamos Belém do Pará 🇧🇷 ❤️ Hj vivemos eu e mamãe em 🇵🇹 Precisamos deixar nossa Belém por um tempinho assim cremos...minha mãe quando está calada , muitas vezes a vejo 😭 daí pergunto a ela ..o que houve mãe? Ela responde com voz embasada..nada filho , só sdd do barulho das pessoas, das mangas que caem e as juntamos mais que depressa, do vendedor de tapioca e pupunha, do açaí vendido o ano todo , de dizer lá vem ela e a 🌨️ vir sim senhor ..ah BelémPará nós te amaremos pra sempre!💓
Sempre me emociono ao ouví-lo...que saudades da minha terra!
Cresci, na minha mágica vila de Cuiarana, no litoral do Pará, ouvindo essas músicas. Elas se fixaram no meu coração e na minha mente de uma forma que, somente quando comecei a andar meio mundo, é que consegui entender seus reais significados...
Dessas músicas, brotaram-me livros e poemas e, hoje, posso me dizer abençoado por ter a amizade desse singular poeta, que declama as coisas amazônicas de forma única!
Felizes daqueles que conseguem sentir e entender o que Nilson Chaves [en]canta!
Nilson Chaves é um ícone da cultura paraense e uma estrela de primeira grandeza...sua voz e seu canto agrada qualquer um que curte música de qualidade e bom gosto.
Aqui na minha cidade(salinas)existe um barzinho em frente à um hotel que eu adorava escutar Nilson é curtindo a vista da praia....pura nostalgia...salve a nossa cultura...salve a Amazônia..."salve Nilson Açai tacacá vatapá cirio Chaves"
Nilson chaves um talento especial. Mas o paraense não dá valor.eu simplesmente quando ouço as música dele.bate uma saudade imensa, do meu Brasil e do meu Pará.
De Portugal .... viajando com Nilson pela Amazônia ...🎶🇧🇷
Sou cearense e gosto de MPB, e da música nordestina raiz, no entanto, na MPB, o "B" de brasileira não inclui artistas que não fizeram carreira no eixo Rio São Paulo. Se Fagner, Belquior e outros cearenses, tivessem ficado no Ceará, com o mesmo talento, sem sombra de dúvida teriam sofrido o mesmo preconceito que sofreu Nilson Chaves, que pra mim é um dos maiores. Compositor sensível e amante de sua terra e sua gente. Em suas composições Letra e música casam perfeitamente. Ganhei um CD de Nilson Chaves de um amigo que morou no Pará. Assim que comecei ouvir, fiquei maravilhado. É um deleite ouví-lo.
Nilson Chaves é o maior cantor/compositor/poeta que conheço.
O hino do caboclo da Amazônia: Amazônia. A música que mais me emociona em toda voz cantada. Essa música deve ser considerada um patrimônio imortal da música.
Muto agradecido, pelo Disco e as fotos👋👋👋
Maravilhoso
Hoje aqui em Brusque SC ouvindo e saboreando esse poeta amazônico
Feliz 2022
Amo suas canções!!!
O menestrel da Amazônia. Nilson é a maior expressão de nossa música
Sou uma sulista que teve o privilégio de assistir um show de Nilson Chaves em Santana- Macapá. Simplesmente admirável, maravilhoso, tudo de bom e muito mais. Se você tiver a mesma oportunidade não a perca! E será privilegiado (a) também.
Nilson Chaves é simplesmente maravilhoso. Como amo suas canções, me sinto representada em seus versos. Obrigada grande mestre.
Muchas gracias Nilson por tanta belleza. Soy músico uruguayo y hace mucho aprecio tutrabajo.
Moro em sampa e nunca tive a oportunidade de assistir um show desse grande artista.
MPB das melhores que já ouvi.
MPP música popular paraense
Nilson chaves é só talento, gosto muito de suas músicas ❤️
Sua música, "Bela pessoa" é a minha preferida mas... Tudo que ele compõe e canta é muito lindo 👏👏♥️
Gosto de todas as músicas desse poeta chamado Nilson Chav6
Nilson chaves graça a Deus não precisa de reconhecimento de ninguém, seu trabalho musical lhe faz importantíssimo no quadro musical amazônico. Eo nosso rouxinol .
Já tem seu trabalho reconhecido e admirado por muitos .
Nosso grande compositor e especial o poeta da Amazônia. Que suas vastasja canções lindas que retrata o cotidiano de uma região tão grande como esse país chamado Amazônia.
Super fã desse cara.❤
Esse é mais um de nossos poetas brasileiros! Nao sou do Pará, curto muito essas musicas de Nilson Chaves, são muito boas!!!
músicas
00:00:00 Longe perto
00:03:10 Amazônia
00:07:52 Tempo Destino
00:11:41 Toca Tocantins
00:16:24 Destino Marajoara
00:21:02 Um bicho nas ruas
00:24:30 Não peguei o Ita
00:28:30 Olhando Belém
00:32:46 Coração sonhador
00:37:41 Amocariu
00:41:36 Não vou sair
00:45:40 Lua cheia
00:50:07 Vagalume
00:54:10 Alma menina
00:58:58 Olho de boto
01:02:22 Sabor açaí
01:07:16 Flor do destino
Nilson Chaves não é só compositor de uma música cotidiana é um poeta que canta de forma linda e inspirada as belezas e impressões que teve e tem de sua terra. A crítica é só um detalhe bobo, esse rótulo, quem liga para isso quando esta ouvindo Tempo Destino, Tun Ta Ta entre outras que seria uma lista extensa. Nunca vi um poeta cantar assim. Quem não conhece a Amazônia quer conhecer, quer tomar o açaí , quer tomar o tacaca. Músicas lindas que muita gente reconhece sim como um dos maiores cantores que já existiram no Brasil.
concordo plenamente com você me encorajo a dizer que ele a mais musico que roberto carlos isso na minha opinião e sem sombra de duvidas
Sou paranaense, este cantor sim, canta o Brasil.
Ele e incrível? Tive o privilégio de conhecê-lo e ver que pessoa cheia de luz. Ótimo cantor e compositor. Orgulho do meu Pará .
Que obra linda! Não importa se o Sul ignora Nilson. O artista obra para si mesmo e para o Universo. Reconhecimento e sucesso é coisa dos homens. Não é dos artistas.
Ass: um carioca que teve a oportunidade de morar em Belém, quando conheceu o lindo trabalho de Nilson Chaves.
Tive a safisfação de ver cantando em um lugar bem simples quando era moleque e daí em diante nunca mais deixei de seguir
Muito Pai D'égua !!!
Nilson....vc é uma pessoa especial.❤🤍❤
Nostalgia época boa quando a nossa capital (Belém) possuía bons barzinho ao som de voz e violão hoje infelizmente são raros encontra-los esses lugares para se bater um bom papo e ouvir canções MPP ou MPB. Época de Bar Copa 70, Habitat e Spazio Verdi. ano esse de 1992. surgimento de Nilson Chaves, Vital Farias, Simone Almeida e a Gastíssima Lucinha Basto.
Espetacular! Muito Paidégua!
Meu filho, Victor Johnata ( 7 anos), disse: " Nilson chaves eu gosto de todas as músicas que você canta, principalmente a música Olho de Boto, pois é uma canção belíssima! Um abraço e muita saúde para você e espero conhecê-lo pessoalmente para cantar e me ensinar a tocar a música Olho de Boto em 2019. Até lá".
Ouvir Nilson Chaves , é uma emoção muito grande, tanto pela voz ímpar, quanto pelas belíssimas composições, alma da Amazônia. E ainda nos presenteia, com pérolas de canções que cantam o amor em prosa e verso....é orgulho de todos nós!
Nilson tornou-se uma das principais referências da música paraense e amazônica.
Amo a música paraense, é lindo ouvir Nilson chaves
Justa homenagem a esse maravilhoso artista NILSON CHAVES.
Um dia desses eu estava organizando as minhas pastas de música (se é que hoje alguém ainda faz isso.. com Spotify e tantos outros aplicativos de música pra isso) de acordo com artistas e gêneros.. e percebi que as faixas do Nilson Chaves estavam em "MPP".. junto com Pedrinho Cavaléro, Paulo André Barata, Vital Lima e outros! Daí pensei: mas isso aqui também é música popular brasileira..! Por que não vejo a mídia se referindo a nenhum desses nomes dentro da MPB? Por que Nilson Chaves.. com todo esse conjunto de voz, sentimento, identidade, poesia, talento e anos de carreira.. não conseguiu "pegar o mesmo barco" que os "Novos Baianos", como você disse? É o tipo de coisa que alimenta um lado negativo (talvez) daquela nossa velha conhecida frase: "Um país que se chama Pará"..! Nesse caso.. o Pará carrega o nome da Amazônia consigo! E assim.. permanecemos distantes do Brasil que é mais "na moda", digamos assim!
E sabe também um preconceito que está oculto. E hoje nosso Pará pegou um novo horizonte. E devemos seguir esse novo horizonte, se é que me.entende!?👍🤗
Belíssima reflexão.
Artista completo,orgulho de ser paraense,um verdadeiro poeta
O melhor intérprete e cantor paraense. Amoooo Nilson Chaves...que sdds sinto da minha terra💕😭🌹
Eu tambem, mas vou voltar.
Eu AMO TODAS AS MELODIAS DO NILSON CHAVES,PRA MIM, ELE É O MELHOR POETA DE TODOS OS TEMPOS DO PARÁ E DO BRASIL.
fui abençoado em conhecer um dos maiores artistas da mpb ...me sinto honrado em busca-lo no hotel e lhe apresentar um pouco de nossa fazenda iluminada que se chama campinas ... obrigado nilson por tanto amor e poesia ...amo artistas que cantam sua terra com tanto poder e distinção !!!
Adoro. Maravilhoso
@@morenamcpmeus parabéns vc tem bom gosto musical !
Muita voz. Muito som. É uma soma das vozes de vários artistas em um : Nilson Chaves . Parabéns meu grande compositor Paraense.👏👏👏👏👏
Pura nostalgia. Impossível conter a emoção. Me sinto Pará, Amazônia... Simplesmente um tesouro cultural de raízes e estilo.
É,de arrepiar, ouvir a platéia cantar quase todas as cirandas em conjunto com esse grande ídolo da mpp.
Pqp maravilhosa essa canção
Excepcional!!! Amo Nilson Chaves 😍
Adoro nilson chaves lembro ddo ia passear em belem que otimo adoro nilson chaves
Pra mim, Nilson Chaves é muito mais que Caetano e sua "turma", pois Nilson Chaves não "APELA" pra ficar na mídia! Sou cearense e posso falar sem compromisso.
Verdade
Com toda certeza! 👏🏻👏🏻👏🏻
E tenho dito!😍🇧🇷# Belém-PA Brasil ☕
Sou de Santa Catarina
No Sul é pouco conhecido
Fui morar em Roraima lá é muito conhecido
Aprendi gostar é excelente
👏👏👏👏👏
o verdadeiro Genio da MPB NILSON CHAVES .. simplesmente fantastico
Lindo.... pura poesia.
Simplesmente maravilhoso. Me faz viajar no tempo.
Nilson Chaves Gênio Musical.
Artista que representa nossa Amazônia e como ela uma beleza única
Esse verdadeiramente representa a cultura paraense!
Nilson Chaves é oconcur.👏🏻👏🏻👏🏻
❤️ amoooo ❤️
Esse tal de Caetano é muito bocal e chato,previsto mil vezes, o trabalho da turma daí de Belém,tiro chapéu até prós Brrgueiros.
Coração Sonhador
É uma viagem de total paz escutando Nilson Chaves...
Verdadeira música paraense!!
Nilson Chaves é a verdadeira Cultura paraense. Infelizmente, hoje, vemos um lixo, sendo representado como cultura do Pará...que pena.
❤️❤️❤️❤️❤️
Belém, é um porto situado na embocadura do Amazonas e, é um ponto de encontro entre três antigas cultura. Os colonizadores mediterrâneos dos séculos XVI e XVII misturaram-se, aqui neste promontório , com os trabalhadores da África Ocidental e com os povos originários amerídios que sempre habitaram essa Floresta. A persistência desses três elementos culturais, em nenhuma parte é mais clara do que no caboclo ribeirinho ou na sua medicina ancestral. Os colonos (camponeses) brasileiros não são nem europeus, nem índios tribais, nem africanos, mas constituem uma entidade cultural nova, no seio da qual vestígios do xamanismo e das farmacopeias vegetais aborígenes, das sobrevivências modificadas das religiões espiritas negro-africanas (talvez principalmente ioruba) e dos farrapos de cristianismo, de magia e de folclore medievais são ainda identificáveis na vida quotidiana e nas crenças comuns dos ribeirinhos. A adoção de um ponto de vista histórico ajuda compreender as resultantes complexas de suas contribuições culturais ainda que suas variações desafiem, a análise e a classificação.
Foi por isso que o NATURALISTA WALLACE comparou a bucólica Belém, e o seu modo de vida cabocla, ainda não regida em seu cotidiano pelos valores da sociedade de consumo, com as Cidades inglesas nas quais a miséria das massas e o individualismo exacerbado do puritanismo numa nascente sociedade industrial, produzia a violência.
“Nada me impressionou tanto aqui, como a calma e o espírito ordeiro da cidade e dos seus arredores. Não se vê ninguém carregando facas ou outras armas. Há menos conflitos, brigas ou mesmo casos de embriaguez, nas ruas tanto de dia como de noite, do que em qualquer cidade da Inglaterra de igual população.
E quando nos lembramos de que a população paraense é constituída, na sua maior parte, de gente ineducada, que se compõe de escravos, de índios, de brasileiros, de portugueses e de estrangeiros, e como o álcool é vendido em todos os cantos, a dois pences o quartilho, só isso diz tudo do bom natural e das disposições pacíficas da província” (WALLACE p. 84).
Hoje, Belém já experimenta as violentas dores do parto da gestação de uma metrópole consumista, imersa no CAOS urbano de violência produzida pelo individualismo puritano, a vida cabocla já não tem espaços aqui, nem mesmo o Açaí restou-nos como complemento das refeições.
A gênese das cidades na Amazônia está relacionada ao contexto da defesa territorial pela ação geopolítica do Estado português. A própria fundação da cidade de Belém está diretamente relacionada a esse processo de conquista do território amazônico.
Para Corrêa (1987), considerando o papel que Belém passaria a desempenhar na dinâmica regional, sua localização deveria ser de caráter defensivo, o que justifica, em grande parte, seu sítio inicial em área plana, situada entre 8m e 10m acima da Baía de Guajará.
Segundo esse autor, Belém se originou em um (…) promontório cujos limites escarpados descem sobre o rio Guamá, a baía de Guajará e uma pequena enseada. Separando o promontório do conjunto da superfície de terraços achava-se a baixada alagadiça do Piri, hoje saneada e incorporada ao espaço urbano (CORRÊA, 1987, p. 44).
Além desse caráter defensivo, de domínio territorial e de apropriação e expropriação das riquezas das cidades amazônicas do início da colonização, Vicentini (2004) destaca ainda sua vinculação como construção idealizada da cristandade, como tarefa missionária junto aos nativos, às cidades jesuíticas e às cidades coloniais barrocas.
As imigrações portuguesas e espanholas que estouraram no continente americano outrora aberto, trouxeram da Europa uma população que tinha sido mergulhada no conflito secular entre o catolicismo e as velhas religiões pré-cristãs, conflito que só foi ultrapassado com os esforços da Inquisição e de outras instituições análogas. Partes integrantes do culto, o ritual, a musica, a salmodia e o canto, os círios e a oração, a veneração de uma coletânea ícones, dotados de poderes de curas e de consultas não tardaram a se entreformar no Brasil como uma contribuição do oeste africano que não era tão diferente: panteão de deuses benévolos ou não e de poderes protetores, tambor e salmodia, ritos e métodos de cura. Quanto aos habitante originários ameríndios, eles contribuíram com uma etnobotânica rica, como se constata pelos nomes que permaneceram em muitas substâncias em uso na farmácia. As combinações sincréticas dessas três culturas, no decorrer dos séculos, engendraram cultos e sistemas medicinais, de certa importância com um tesouro de folclore e de símbolos. As populações ribeirinhas (cablocas) do rio e da floresta ignoram a existência de centros medicinais nas metrópoles distantes, mais seus curandeiros invocam uma multiplicidade de sistemas e de esquemas de tratamentos que se entrecruzam. Seus médicos declaram ter recebidos uma formação em regra e serem herdeiros de um corpo de saber. Eles se referem a mestres históricos, procedem com segurança profissional e afirmam obter resultados. Diversos aspectos de suas crenças e de suas práticas deixam-se reconhecer em todo o perímetro, englobando as Caraíbas e a América Tropical, já descritas manifestações similares da arte medicinal na Ilhas de Santa Helena, e nos sistemas de crenças análogas no Haití.
O maior e o mais querido!!!